Especial Julia Quinn: O Visconde que me Amava #2

14 janeiro 2015







"O Visconde que me Amava" é encantador por se tratar de um filho mais velho que é cheio de traumas devido a morte de seu pai e a responsabilidade que teve que assumir. Quem é que não gosta de um homem lindo e problemático que vai ter no amor a sua salvação ??? 
;) 





Sinopse

A temporada de bailes e festas de 1814 acaba de começar em Londres. Como de costume, as mães ambiciosas já estão ávidas por encontrar um marido adequado para suas filhas. Ao que tudo indica, o solteiro mais cobiçado do ano será Anthony Bridgerton, um visconde charmoso, elegante e muito rico que, contrariando as probabilidades, resolve dar um basta na rotina de libertino e arranjar uma noiva. 

Logo ele decide que Edwina Sheffield, a debutante mais linda da estação, é a candidata ideal. Mas, para levá-la ao altar, primeiro terá que convencer Kate, a irmã mais velha da jovem, de que merece se casar com ela. 


Não será uma tarefa fácil, porque Kate não acredita que ex-libertinos possam se transformar em bons maridos e não deixará Edwina cair nas garras dele. 

Enquanto faz de tudo para afastá-lo da irmã, Kate descobre que o visconde devasso é também um homem honesto e gentil. Ao mesmo tempo, Anthony começa a sonhar com ela, apesar de achá-la a criatura mais intrometida e irritante que já pisou nos salões de Londres. Aos poucos, os dois percebem que essa centelha de desejo pode ser mais do que uma simples atração. 


Considerada a Jane Austen contemporânea, Julia Quinn mantém, neste segundo livro da série Os Bridgertons, o senso de humor e a capacidade de despertar emoções que lhe permitem construir personagens carismáticos e histórias inesquecíveis. 



As janelas do escritório davam para a 

Grosvenor Square e ele se divertia observando 

as carruagens chegarem trazendo os 

convidados. Quando Kate Sheffield desceu da 

sua, ergueu os olhos para a fachada da Casa 

Bridgerton e inclinou a cabeça de maneira 

muito semelhante à que fizera ao desfrutar do 

calor do sol no Hyde Park.A luz dos candeeiros, 

de ambos os lados da porta principal, banhou 

sua pele com um brilho tremeluzente. 



Nesse 

momento, Anthony perdeu imediatamente o 

fôlego. 


Apoiou o copo de vidro no amplo  peitoril 

com um baque surdo. Aquilo estava ficando 

ridículo. Ele não enganaria a si mesmo dizendo 

que a tensão em seus músculos não tinha nada 

a ver com desejo. 


Droga.Ele nem sequer gostava daquela mulher. 

Ela era muito mandona, muito teimosa, e tirava 

conclusões  rápido demais. E não era nem 

bonita – ao menos quando comparada a 

algumas das damas que estavam em Londres 

para a temporada, principalmente a própria 

irmã. 




O rosto era comprido demais, o queixo, muito 

pontudo, e os olhos, enormes. Tudo nela era 

excessivo. Até a boca, que o matara de 

constrangimento com seu fluxo infinito de 

insultos e opiniões, era carnuda demais. Nas 

raras ocasiões em que ela a fechava e lhe 

proporcionava um abençoado instante de 

silêncio, tudo o que ele via eram os lábios, 

cheios, carnudos e eminentemente beijáveis. 


Beijáveis? 


Anthony estremeceu. A ideia de 

beijar Kate Sheffield era assustadora. Na 

verdade, o simples fato de sequer pensar nisso 

deveria ser o suficiente para mandá-lo para o 

manicômio. 

Ainda assim...


 Anthony deixou-se 

cair numa cadeira... ainda assim, sonhara com 

ela. 















Bjks 



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