Coluna Raffa : Resenha de Destino Mortal da @EdValentina

17 junho 2014



Título Original : Born to Darkness
Título no Brasil : Destino Mortal 
Destiny - Volume 1
Autora : Suzanne Brockmann
Número de págs : 535



Nunca li nenhum livro de J.D Robb, então, por esse motivo todas as comparações feitas com " Destino Mortal" não influenciaram minha leitura. Logo no início a autora nos avisa que é mais um livro dela falando sobre os SEALS americanos ( coloquei uma explicação abaixo da resenha) , já li muitos livros sobre eles por causa de Osama Bin Laden, mas ainda não havia lido nenhum dela. 

Logo no início Destino Mortal já começa com muita ação, sabemos que um viciado em Destiny ( uma droga poderosa) está coringando dentro de casa, ou seja, surtando. Esse termo " Coringar" que não por acaso vem do personagem mais doido das histórias do Batman, é falado no livro várias vezes, já que muitos viciados na droga coringam e perdem o controle de si. Ao contrário de muitas drogas que conhecemos, a Destiny rejuvenesce o usuário e é bem cara, fazendo com que muitas pessoas já tenham vendido bens materiais para continuar usando a. A tal droga é criada pela Organização que ganha rios de dinheiro prometendo com ela a juventude e força além do normal.

Conhecemos um grupo de Maiorais , pessoas que são treinadas em um Instituto para deterem os surtos dos usuários e também estudar os poderes que pessoas que primeiro são Potenciais mas mais tarde se tornam Maiorais tem, dentre eles o de cura.  De acordo com os estudos eles tem um cérebro poderoso , que ajuda a curar e agir de forma acima da média de um ser humano normal. 
O livro tem muitos personagens mas o foco é mais em Mac, uma Maioral que se envolve emocionalmente com Shane, um ex Seal expulso por mal comportamento e lindo como todo bom protagonista. Os dois vão protagonizar cenas hots durante o livro fazendo com que a gente torça para o casal que faz de tudo para estar longe um do outro mas vê que é quase impossível. Para se ter ideia, Shane quando a conhece até a chama de feia, diz que a beleza dela não está no corpo por ter peitos achatados mas sim no olhar e que ela é muito pequena. Com o tempo, pelo jeito, ele descobre - como dizem - que são nos menores frascos que tem as melhores fragrâncias já que vai ficar " viciado" nela.

No Instituto Obermeyer ( chamado de IO boa parte do livro) eles vão ter encontros, desencontros e muitas cenas calientes para nossa alegria!
Por outro lado, também conhecemos a história de uma menina de 13 anos chamada Nika, ela sumiu e está sendo procurada pela irmã Anna desesperadamente, a princípio nem sabemos se a menina está viva e nos impressionamos com as atitudes mercenárias dos policiais que cobram até para a irmã preencher uma ficha relatando o sumiço.
Ao longo da história Nika aparece - e muito - para o leitor, e vemos que foi sequestrada para estudarem sua mente . Quem a sequestrou também pegou um monte de meninas para ver se elas de verdade são Maiorais. Não vai ser fácil se livrar do tal cativeiro e reviravoltas vão acontecer a todo instante, inclusive muitas das cenas com sua irmã Anna são bem emocionantes.

Os demais protagonistas também completam com perfeição essa história que me deixou com a pulga atrás da orelha querendo saber mais detalhes ( sim, o livro tem continuação!). Diaz , unha e carne com Mac, é um personagem que gostei muito. Assim como Dr. Joseph Bach o chefe da equipe de Mac ( que na verdade se chama Michelle Mackenzie) e Diaz. 
Com um final que me deixou querendo um pouco mais, aguardo ansiosa a parte 2! Gostei muito da escrita da autora. 


O que é um SEAL?
Os SEALS sempre foram muito falados nos EUA, no entanto, uma atenção especial para eles aconteceu quando foram responsáveis pela captura e morte de Osama Bin Laden, terrorista responsável pelo fatídico 11 de setembro. 
Principal força de operações da Marinha Americana e parte do Comando Naval de Operações Especiais, a sigla se dá porque eles são treinados para atuarem em Mar ( sea, em inglês) , ar ( air) e Terra ( Land) .
Surgiram durante a Segunda Guerra Mundial, já que os EUA viu que precisavam de uma equipe especializada para territórios desconhecidos que soubesse invadir territórios inimigos por praias e pelo ar. 

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